terça-feira, 1 de março de 2011

POEMA 2

POEMA: FALAR

Como podemos falar?
O percurso vou explicar
A fala vem do ar
Sim! Ele é expirado
Expelido pelos pulmões

E o diafragma
Com tantas pressões
E aí vêm as rouquidões?
Não ainda não.

Agora o percurso do ar
É o seguinte:
Primeiro passa pelos
Brônquios, traquéia
E a laringe
Ah! E ainda tem mais
São as cordas vocais
Que produzem a voz.

E a tal glote faz com que o ar
Saia livre ou se eforce
E possui uma “tampinha”
Chamada de epiglote


Agora esse ar vai passar
Pela faringe, onde
Estão a úvula e o vélico

E se o ar passar pela
Cavidade nasal
O som produzido será nasal
E para que ele seja oral
Usaremos a cavidade bucal

Aí temos os articuladores
Onde podemos sentir
Dos alimentos os sabores.
Pois neles estão: língua,
Lábios e os dentes.

Veja que interessante
A depender da corrente de ar
Podemos falar
Vogal ou consoante.


Autoria: Daniela

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

XV SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE LETRAS

XV SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE LETRAS


   O XV Seminário Interdisciplinar de Letras que ocorreu de 15 a 17 de fevereiro de 2011, na UNEB/Campus II Alagoinhas - Bahia, cujo tema foi: Universidade, Educação Básica e Comunidade, objetivando interagir os sujeitos, os cotidianos e os conhecimentos.
    O evento foi organizado com a seguinte programação: mesas de debate, sessões de comunicação, oficinas, painéis e atividades artístico-culturais, onde os participantes (alunos, professores, ouvintes, convidados, entre outros.), socializaram essas idéias de diversas formas.
   Foram apresentados temas interessantes como: Dinâmicas em sala de aula, O tratamento  do fenômeno variável da concordância de número, Formação de professores: Práticas e conhecimentos da educação inclusiva, Diversidade de gênero na EJA, etc.
   Foi muito bom, encantador, enriquecedor...


Até o XVI Seminário Interdisciplinar de Letras!

Paródia: Tecnologias e Educação

Olá, pessoas!!! Para quem gosta de paródia e atividades lúdicas, este post é para vocês...

PARÓDIA: TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO

Com tantas tecnologias assim
Facilitam os trabalhos num modo geral
Tem caneta, grafite e papel
Para produção de um mural
Também tinta, cola e pincel
Não pode esquecer a revista e o jornal
E para diversão pessoal
Revista em quadrinho é genial

Refrão:
Não é só isso não meu irmão
Não é só isso não
Computação e arte                            } Bis
Presentes na educação

O quadro de giz e o livro
São tecnologias independentes
O aluno pode aprender de forma diferente
Com TV, DVD e PC
Que são as tecnologias dependentes 

Refrão:
Não é só isso não meu irmão
Não é só isso não
Computação e arte                            } Bis
Presentes na educação


Melodia: Propaganda da Rede Globo cantada por Arlindo Cruz

Autoria da paródia: Daniela e Leide.
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ATIVIDADE LÚDICA

JOGO DA DESCRIÇÃO


Jogadores: alunos e professores.

Conteúdo(s): texto descritivo ou informativo e adjetivos.

Objetivo(s): socializar, divertir e facilitar a apresentação do conteúdo através da fala dos alunos.

Como se joga: reúne os alunos em círculo, após fazer isto o professor (a) deverá passar a caixinha que possui tiras de papéis dobradas com nomes de objetos, pessoas, animais, lugares, etc. no círculo. Onde a caixinha parar, o aluno pega um papel e descreve a palavra que tirou de dentro da caixinha, o professor anota essas descrições no quadro. Repete a ação e o jogo termina quando as palavras da caixinha acabam.

Dicas: o professor pode adequar este jogo para ser utilizados em outros componentes;
Ideal para trabalhar com alunos de 6º e 7º ano;
Tocar uma música durante o jogo fica bem legal.

Autoria da Atividade lúdica: Daniela e Leide .

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

PARÓDIA DAS TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO

Universidade do Estado da Bahia
Componente Curricular: Prática Pedagógica IV
Profª: Elizabete Bastos

 
Paródia na versão de Fugidinha
Ô, Ô,Ô,Ô
Turminha antenada, pronta prá aprender
Todos bem espertos sabem o que viver
Sabem ser espertos, buscam o moderno, informados querem ser.
Uma novidade  sempre é legal todos bem ligados na era digital
E se liga, e se liga aqui, agora é fenomenal
Essa é a chance de avançar
Cidadão consciente deve  se formar
Esse tempo não vai se perder
A tecnologia ajuda a aprender
 O jeito é ter na escolinha uma TV,
O jeito é ter na escolinha um PC
Se você quer saber e aprender
Primeiro a gente inova depois a gente ver


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

LER DEVIA SER PROIBIDO

LER DEVIA SER PROIBIDO
Guiomar Grammont

A pensar a fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido. Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Don Quixote e Madamme Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram, meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tornou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.
Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-lo com cabriolas da imaginação.
Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: o conhecer. Mas pra que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?
Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem necessariamente ser longos. Ler pode gerar a invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.
Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas.
É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.

POEMA

O NOVO
O que é novo sempre nos causa impactos,
Seja em sua forma ou sentido.
Há quem considere o novo dispensável
Todavia, aceitá-lo requer uma atitude de renúncia
De premissas, idéias, costumes preestabelecidos.
As dificuldades podem existir, pois,
“romper padrões” é algo difícil, mas necessário.