segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

XV SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE LETRAS

XV SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE LETRAS


   O XV Seminário Interdisciplinar de Letras que ocorreu de 15 a 17 de fevereiro de 2011, na UNEB/Campus II Alagoinhas - Bahia, cujo tema foi: Universidade, Educação Básica e Comunidade, objetivando interagir os sujeitos, os cotidianos e os conhecimentos.
    O evento foi organizado com a seguinte programação: mesas de debate, sessões de comunicação, oficinas, painéis e atividades artístico-culturais, onde os participantes (alunos, professores, ouvintes, convidados, entre outros.), socializaram essas idéias de diversas formas.
   Foram apresentados temas interessantes como: Dinâmicas em sala de aula, O tratamento  do fenômeno variável da concordância de número, Formação de professores: Práticas e conhecimentos da educação inclusiva, Diversidade de gênero na EJA, etc.
   Foi muito bom, encantador, enriquecedor...


Até o XVI Seminário Interdisciplinar de Letras!

Paródia: Tecnologias e Educação

Olá, pessoas!!! Para quem gosta de paródia e atividades lúdicas, este post é para vocês...

PARÓDIA: TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO

Com tantas tecnologias assim
Facilitam os trabalhos num modo geral
Tem caneta, grafite e papel
Para produção de um mural
Também tinta, cola e pincel
Não pode esquecer a revista e o jornal
E para diversão pessoal
Revista em quadrinho é genial

Refrão:
Não é só isso não meu irmão
Não é só isso não
Computação e arte                            } Bis
Presentes na educação

O quadro de giz e o livro
São tecnologias independentes
O aluno pode aprender de forma diferente
Com TV, DVD e PC
Que são as tecnologias dependentes 

Refrão:
Não é só isso não meu irmão
Não é só isso não
Computação e arte                            } Bis
Presentes na educação


Melodia: Propaganda da Rede Globo cantada por Arlindo Cruz

Autoria da paródia: Daniela e Leide.
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ATIVIDADE LÚDICA

JOGO DA DESCRIÇÃO


Jogadores: alunos e professores.

Conteúdo(s): texto descritivo ou informativo e adjetivos.

Objetivo(s): socializar, divertir e facilitar a apresentação do conteúdo através da fala dos alunos.

Como se joga: reúne os alunos em círculo, após fazer isto o professor (a) deverá passar a caixinha que possui tiras de papéis dobradas com nomes de objetos, pessoas, animais, lugares, etc. no círculo. Onde a caixinha parar, o aluno pega um papel e descreve a palavra que tirou de dentro da caixinha, o professor anota essas descrições no quadro. Repete a ação e o jogo termina quando as palavras da caixinha acabam.

Dicas: o professor pode adequar este jogo para ser utilizados em outros componentes;
Ideal para trabalhar com alunos de 6º e 7º ano;
Tocar uma música durante o jogo fica bem legal.

Autoria da Atividade lúdica: Daniela e Leide .

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

PARÓDIA DAS TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO

Universidade do Estado da Bahia
Componente Curricular: Prática Pedagógica IV
Profª: Elizabete Bastos

 
Paródia na versão de Fugidinha
Ô, Ô,Ô,Ô
Turminha antenada, pronta prá aprender
Todos bem espertos sabem o que viver
Sabem ser espertos, buscam o moderno, informados querem ser.
Uma novidade  sempre é legal todos bem ligados na era digital
E se liga, e se liga aqui, agora é fenomenal
Essa é a chance de avançar
Cidadão consciente deve  se formar
Esse tempo não vai se perder
A tecnologia ajuda a aprender
 O jeito é ter na escolinha uma TV,
O jeito é ter na escolinha um PC
Se você quer saber e aprender
Primeiro a gente inova depois a gente ver


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

LER DEVIA SER PROIBIDO

LER DEVIA SER PROIBIDO
Guiomar Grammont

A pensar a fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido. Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Don Quixote e Madamme Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram, meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tornou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.
Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-lo com cabriolas da imaginação.
Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: o conhecer. Mas pra que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?
Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem necessariamente ser longos. Ler pode gerar a invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.
Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas.
É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.

POEMA

O NOVO
O que é novo sempre nos causa impactos,
Seja em sua forma ou sentido.
Há quem considere o novo dispensável
Todavia, aceitá-lo requer uma atitude de renúncia
De premissas, idéias, costumes preestabelecidos.
As dificuldades podem existir, pois,
“romper padrões” é algo difícil, mas necessário.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

FIQUEM ATENTOS :Campanha dos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres

A campanha dos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres e o seminário sobre os modos de violência contra as mulheres, ocorreu no mês de dezembro na UNEB de Alagoinhas.
No seminário foi abordado sobre os direitos das mulheres  e famosa Lei “Maria da Penha”, tudo isso com o objetivo de conscientizar a todos sobre a violência doméstica e familiar contra a mulher, propondo alternativas de mudanças e a fim de garantir proteção, assegurando seus direitos.
No entanto foi bastante discorrido em relação a violência e agressão física por parte dos companheiros,em relação a figura feminina. Em muitos casos ocorridos observa-se que muitas mulheres ainda teme quanto se tem que procurar auxílio recorrendo as autoridades; muitas ainda tem uma certa resistência e não tem coragem de fazer uma denúncia quando se é necessária,principalmente em casos de ameaças entre outros. As mulheres muitas delas submetem-se de tal forma que acaba pondo sua vida mesmo em risco.
Ainda nos dias atuais, mesmo com os avanços que as mulheres já tiveram na sociedade, em relação as profissões e cargos compatíveis com as dos homens,e que antes só podia ser ocupados por eles, mesmo assim muitas ainda continua submissas e sendo consideradas como “objeto” ou seja destinada apenas a servir seus companheiros cumprindo com todas as tarefas domésticas,sendo tratadas como escravas sem liberdade alguma, e além disso sofrendo agressões físicas. Muitos homens não deixam  não deixam suas companheiras livres para fazer suas próprias escolhas,ou seja,elas são privadas de sua próprias ações e decisões.
Diante de tudo isso que isso que foi debatido exposto, principalmente no vídeo que foi mostrado em relação ao sofrimento da mulher, a luta que esta vem enfrentando no dia-a-dia,mais ainda assim se alegra ao receber flores; os fatos  abordados no vídeo deixou claro o quanto a mulher deve conscientizar-se de todas as ocorrências ,massacres e violências, sofridas pelos seu companheiros e buscar ajuda o quanto antes, para que não seja tarde demais, como o caso daquela mulher ,onde o companheiro sempre vinha agredindo-a, mas para engana-la, e disfarçando, como símbolo de arrependimento presenteava com flores até o dia do funeral;Quer dizer o tempo todo ele agiu sutilmente,matando a companheira aos poucos e ela sem perceber acabava sempre acreditando q ele tinha se arrependido,mas aquelas flores “presenteadas” após as discussões e agressões era um ensaio para leva-la a morte como conseguiu realmente.
Nos dias atuais ainda acontece casos semelhantes a esse citado acima,mas acreditamos em possibilidades de mudanças,crendo que esta campanha dos 16 dias de ativismo pelo fim da violência da mulher e a Lei Maria da Penha abordados no seminário servirá de apoio e auxílio para todas nós mulheres para não só nos colocar a par dessa realidade,mas também conscientizar-nos da importância em buscar auxílio dos poderes públicos,não silenciando quando o necessário é falar.

EVENTO NA UNEB: FÓRUM DE CRÍTICA CULTURAL

O II Fórum Nacional de Crítica Cultural: Educação Básica e cultura: diagnósticos, proposições, novos agenciamentos foi realizado em Alagoinhas na Universidade do Estado da Bahia- UNEB, Campus II, nos dias, 18, 19, 20 e 21 de novembro de 2010.

            O II Fórum de Nacional de Crítica Cultural tem como objetivos gerais mapear e descrever aspectos da relação entre a educação e a cultura, sobretudo a educação básica, situando o compromisso teórico da pesquisa científica na grande érea de lingüística, letras, e artes, ciências humanas, ciências sociais aplicadas, e multidisciplinar, na articulação de encontro entre comunidade científica e coletivos culturais e educacionais, além de empenhar-se na construção de uma agenda envolvendo estes coletivos e suas demandas quanto à afirmação da cultura como um bem simbólico, um direito de todos. Um evento, portanto, que sugere diagnósticos- como uma arqueologia; proposições- como um engajamento transvalorador; e novos agenciamentos- como a invenção de espaços produtivos e revolucionários nas instituições educacionais e culturais existentes.
            Participamos da comunicação como ouvinte, que tinha por tema “Ressignificar o ensino de língua portuguesa: Um desafio mais que necessário;” dirigida pelas graduandas: Eloah Miranda, Estefania da Conceição e Glauce Souza do curso de Letras/UESB/JEQUIÈ-BA.
            A apresentação das discentes consistia num subprojeto- o processo formativo do professor de língua portuguesa na microrrede ensino-aprendizagem-formação, busca proporcionar aos futuros educadores participação em experiências metodológicas e práticas docentes, para que, fundamentados numa observação etnográfica busquem a superação de problemas identificados no processo ensino- aprendizagem de língua portuguesa.
            O trabalho apresentado foi muito significativo, pois se tratava de um tema bastante interessante e instigante e têm tudo a ver com a nossa área, fazendo-nos repensar nossa prática como futuros educadores de Língua Portuguesa. Além disso, elas trouxeram considerações relevantes, sobre o ensino da língua, gramática, fundamentando-se na teoria de autores, inclusive alguns já estudados em sala como GERALDI, João Wanderley entre outros.
            Abordaram que não dar para separar gramática de texto, portanto seria mais significante aprender língua através de texto, tentando sempre fazer essa interligação. Além de se tornar mais rico, os alunos seriam mais capazes de absorver melhor o conteúdo a partir desses textos, até mesmo analisar e identificar os elementos gramaticais ali presentes. Dessa forma, acreditamos que seria mais satisfatório do que ensinar gramática como apenas regras.
            Elas pontuaram alguns tópicos como: que para se produzir um texto em qualquer modalidade era necessário:
·         Refletir sobre o uso da língua
·         A língua como produção de texto
Uma das sugestões citadas pelas graduandas e baseadas em alguns autores, e que para nós é bem aceita é: “aprender língua através de textos. Enfim o trabalho realizado foi excelente e como é um subprojeto ainda está sendo “desenrolado”, onde as mesmas com esse trabalho pretendem desafiar o professor (a) a ressignificar o ensino de Língua Portuguesa.
            Tirei grande proveito nisso, já que como futura educadora de Língua portuguesa, terei que está dominando estes assuntos e o material e referencial que elas utilizaram me ajudaram, aumentando o nosso  conhecimento.
            Participamos do mini-curso: “Construção da escrita infantil: possíveis percursos”, dirigido pela professora Cláudia Martins do Campus II-UNEB. Neste curso foi abordado sobre os estágios da escrita que são: escrita icônica, escrita grafemática, escrita fonográfica e escrita ortográfica. A escrita icônica é aquela em que a criança escreve através do desenho, querendo dizer alguma coisa través do mesmo; os rabiscos, as bolinhas que as crianças fazem, sempre significam alguma coisa para elas, na verdade é uma escrita.
            A escrita grafemática fixada mais na forma do que no som. Ao aprender seu próprio nome a criança passa a utilizar as letras desse nome fazendo uma série de combinações, mas essas letras não têm nenhuma relação aparente com o som. No trabalho apresentado teve como fundamentação teórica autores como Abaurre, Cagliari, entre outros. Para explicar as fases de desenvolvimento da escrita: pré-silábica, silábica, alfabética etc. utilizou como referência Emilio Ferreiro.
            Percebemos que para o desenvolvimento desse trabalho, foi realizada uma pesquisa de campo e experimental com crianças das escolas públicas de Salvador, também dados do próprio filho da professora Cláudia a ministrante do curso. Observamos que é um trabalho rico que permitiu um acompanhamento de perto, evidenciando a aprendizagem da escrita que se inicia com a ausência de relação oral-escrito, passando por uma série de etapas que denunciam essa relação, até atingirem as relações ortográficas.
            Diante disso podemos afirmar que a construção da escrita infantil é um processo que exige atenção por parte dos responsáveis, pais, professores para que a criança desenvolva. E é necessário este acompanhamento, pois notamos que dessa forma também estamos contribuindo não só para o desenvolvimento da escrita, mas na leitura e o oral da criança.
            Participamos também da Oficina “Diversidade na Educação de Jovens e Adultos”, dirigida pela professora Magdalânia Cauby do Campus II-UNEB, juntamente com as graduandas do curso de Letras, História e matemática. A oficina iniciou-se com uma pergunta bastante significativa: O que é diversidade para você?
            Talvez muitos de nós ainda não tenhamos parado para refletir e analisar o que realmente significa essa palavra “DIVERSIDADE” embora ouvimos falar com frequência. Naquele momento podemos nos colocar e resumir com apenas uma palavra o que considerávamos diversidade. A estratégia usada foi produtiva, pois cada um escreveu no papel o seu conceito e a medida que íamos à frente apresentar, deixávamos exposto no fundo da sala, criando uma espécie de mural.
            Diversos cartazes estavam expostos na sala e entre eles estava uma frase que me chamou à atenção: “Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender; e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar” (Nelson Mandela).
            É uma frase que nos permite refletir sobre o tema diversidade, onde devemos respeitar os outros, suas crenças, reconhecer seu valor e a identidade que cada um possui; podemos amar as pessoas independente de suas diferenças. Na oficina realizada foram abordados os diversos tipos de preconceitos como: religioso, regional, econômico, de gênero, sexual, de classe entre outros. Diante do que foi relatado e apresentado podemos afirmar que a nossa sociedade é discriminatória. Um dos preconceitos mais evidentes na minha opinião é o racial. Nas novelas podemos comprovar isso. Quando se trata de negros e principalmente de mulher negra, seu lugar sempre é na cozinha, enquanto os brancos ocupam cargos elevados. Notamos aí o preconceito de gênero também.
            Como foi abordado também na oficina sobre desigualdade de classes, raça e gênero na educação, observamos que existe uma defasagem em relação aos estudos entre negros e brancos. É importante lembrar que quando falamos em discriminação racial não envolve somente cor; a diversidade étnica corresponde os vários aspectos: cultura, língua entre outros.
            Discutiu também a respeito da complexidade da diversidade, onde inclui: direitos humanos, realidade histórica social, desigualdades sociais, formação de educadores. Concluindo, podemos afirmar que o trabalho realizado foi produtivo, no final produzimos algumas atividades propostas pelas ministrantes da oficina relacionada com o que foi com o assunto abordado e levantamos propostas para trabalhar diversidade na EJA.






FILME VEM DANÇAR: Tudo a ver com o planejamento de ensino


O espaço educacional é realmente marcado por muitas dificuldades e barreiras, com alunos “problemáticos” e tachados como caso perdido, como no filme, onde os alunos do bairro pobre de Nova Jossa apresentavam um perfil bastante difícil de ser encarado por qualquer educador. As dificuldades são várias, mas é dever de todo educador juntamente com os alunos tentar superá-las, através de incentivos e apoio, dentro da realidade de cada um deles. Temos o exemplo da jovem rica que queria aprender aquele estilo de dança proposto pelo professor Antônio Bandeiras, como este tipo de dança não fazia parte do seu cotidiano ela teve dificuldades, mas através da sua força de vontade e ajuda do professor ela conseguiu alcançar seu objetivo.
Dentro dessa perspectiva podemos ver que o planejamento de ensino deve ser modificado quando necessário de forma que se adeque a realidade dos educandos; pois no filme o professor teve que fazer algumas modificações no seu método de ensino: a dança, porque o seu estilo de dança se chocou com o estilo de dança dos alunos, ele então na tentativa de ajudar esses alunos que eram rejeitados pelos professores e diretora da escola, fez uma mistura dos estilos de dança, para que os alunos pudessem reintegrar-se a sociedade e ao âmbito educacional. Portanto percebi que quando o professor adequou o estilo de sua dança ao estilo de dança de seus alunos, ou seja, a realidade vivida por cada um deles, dificuldades foram superadas e resultados significativos foram alcançados. É importante então, o professor planejar, mas planejar baseado na realidade do aluno, para que o aprendizado seja satisfatório e proveitoso.




quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Texto: um mundo de significações

Quá, qua, quá vinha o pato relinchando alegremente
Miau, miau, miau, vinha o gato latindo sorridente
Piu, piu, piu, assim mungia o pequeno pássaro

No hoje do mundo
É necessário falar uma língua que você não entende para ser entendido

Chinês, japonês, inglês
Línguas que falam muito,
mas a mim nada dizem
Pra mim, só os seus significantes

Porém,
sem os seus significados
nada significo
nesse mundo
de arbitrárias significações e insignificâncias

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Aprendizagem significativa...

                                  
                                                              Aprender e conhecer: que relação é essa?
                           Para a aprendizagem se tornar significativa ela precisa está inteiramente ligada ao  aprendiz... ela precisa ser interessante

I COLÓQUIO DE PRATICA PEDAGOGICA E ESTÁGIO: COTIDIANO ESCOLAR E PRATICAS EDUCATIVAS

                                                                   Foi Maravilhoso, encantador, enriquecedor...
                       

                           
                           Definir prática pedagógica tornou-se quase um tormento, pois poucos haviam se
                           dedicado a tal zelo, uma vez que para muitos, prática não se teoriza, prática se pratica.
                                                   Aguardamos ansiosos pelo II colóquio!!

Tecnologia e Educação: uma parceria na construção do conhecimento

         
Nem todas as tecnologias inventadas pelo homem são relevantes para a educação. Algumas apenas estendem sua força física, seus músculos. Outras apenas lhe permitem mover-se pelo espaço mais rapidamente e/ou com menor esforço. Nenhuma dessas tecnologias é altamente relevante para a educação. As tecnologias que amplificam os poderes sensoriais do homem, contudo, sem dúvida o são. O mesmo é verdade das tecnologias que estendem a sua capacidade de se comunicar com outras pessoas. Mas, acima de tudo, isto é verdade das tecnologias, disponíveis hoje, que aumentam os seus poderes intelectuais: sua capacidade de adquirir, organizar, armazenar, analisar, relacionar, integrar, aplicar e transmitir informação.